Arquivo para Uncategorized

8° Encontro de Ex – alunos de Engenharia Florestal FCA / UNESP

A homenagem aos ex-alunos que completam 5, 10, 15 e 20 anos de formados será no Auditório da FCA, às 9 horas!

Os homenageados são:

Cintia Maria Toledo
Kazue Matsumoto
Sergio Luis de Miranda Mello
Alexandre Penati
Susi Meire Maximino Leite
Weidy M. Oliveira Franca Holmo
Alexandre Nardini Alves
Karin Hembik Borges
Roger Weslen Machado

1º Semestre 1997 – 15 anos
Rodrigo Augusto Dias Rodrigues
Decio Venci Filho

2º Semestre 1997 – 15 anos
Simone Takahashi
Cristiane Guarneire Frazão
Lúcia Helena Menegon Basso
Sonia Maria Pedrucci

1º Semestre 2002 – 10 anos
Eduardo Brasil Do Couto
Felipe Ferreira Onofre
Gabriela Duarte Vilela
Juliana Barreiros
Liziane Araujo Gomes
Luciano Ricardo Gois

2º Semestre 2002 – 10 anos
Carlos Eduardo Salvador
Danielle Celentano
Fabio Alves
Fabio Godoy Nogueira
Gretta Lee Dias
Jean Teossi
Luiz Roberto de Oliveira
Patrícia Barrichelo
Pedro José Ferreira Filho
Ricardo Alexandre Messias de Oliveira
Sheila Rodrigues dos Santos
Suzana Cristina Lourenço
Tamara Inês dal prá Rubio
Thiago Giani Cabral Maragno

2º Semestre 2007 – 5 anos
Leandro Brabo da Crús
Karina Goulart Tumura
Talita Angelico dos Santos
Renata França de Oliveira
Leonardo Augusto Martins
Kairo Henrique Pereira Fernandes
Juliana de Lima Gonçalves
Débora Tofoli Rossi
Leonardo Soriano
Jonas Felipe Salvador
Camila Horiye Rodrigues
Thalita Fernanda Sampaio
Rafael Thiago Barbieri
Renata Simonete Meloni
Eiad Nail Atwa Oyhman
Kaliana Moro Tanganelli
Cleber da Silva Pinto
Ana Paula Carraro
Juliana Asenjo Rosa
Fernanda Horiye Rodrigues
Deyvid Toniões do Prado
Ana Luiza Xinenes Costa Neves
Micael Rondon Pugliesi
Mirian dos Santos Massoca
Glaúcia Keiko Sesoko
André Eduardo Rodrigues Azenha
Raphael Gonçalves dos Santos
Andressa Maria da Rocha Bonfá
Adriana Aparecida Firmino
Ana Carolina Casemiro Vieira
Julia Franco Stuchi
Tatiana Rodrigues Fernandes
Natalia Bianchi Filardo
Henrique David Pacheco
Camila Zorzetto Goes
Helga de Oliveira Yamaki
Elisa Dias Alves da Silva
Diorande Bianchine Júnior
Maria Claúdia Martinelli Trabulsi
Ludmila Pereira Conrado
Maira dos Santos Fiori
Maria Clara Leal Ribeiro da Silva
Daiane Gaia

Quem for comparecer comunicar ao grupo PET –  Engenharia Florestal! Para que os certificados sejam providenciados. (Confirmar no e-mail: pgadsilva@fca.unesp.br)

O Churrasco será a partir das 12 horas na chácara Peccus!

Vai rolar muito som e integração!
Entrada:
R$ 5,00 graduandos
R$ 10,00 ex alunos
Toda a comunidade acadêmica está convidada!

Deixe um comentário »

Colapso na sustentabilidade: o preço pago por vivermos num país desigual

Bastou o Ministério do Meio Ambiente anunciar no começo desse ano o aumento nos índices de desmatamento na Amazônia Legal brasileira, para reativar todo o discurso a respeito do descaso com que olhamos para a região amazônica e o que não estamos fazendo para conservá-la. Nesse momento, de fato alguns críticos, cientistas e políticos bem que tentaram retomar o já tão conhecido discurso sobre o desmatamento, tentando recolocar na cena principal, a paradoxal situação entre o aumento da produção e a perda de áreas florestais. No entanto, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, logo percebendo quão desastroso seria continuar sem investir pesadamente na fiscalização, tratou então de montar diversas operações visando constatar irregularidades ambientais na região – e sem dúvida elas não demorariam a aparecer.

No município de Tailândia, no estado do Pará, há mais ou menos uma semana atrás, ocorreu uma cena que me fez repensar alguns conceitos a respeito de sustentabilidade. A cena em questão, que mencionei, reproduziu-se perfeitamente como uma verdadeira guerrilha em plena floresta Amazônica. De um lado estavam os policiais militares e do outro, moradores e trabalhadores locais que com medo de perderem seus empregos, agiam afoitos, impulsivos e sem raciocínio algum. Tudo isso gerando um panorama lamentável, chamando-nos a atenção para a amarga realidade dos conflitos na região.

Naquele momento então, percebi que infelizmente a sustentabilidade é um conceito ainda muito distante para um grande número de pessoas em nossa sociedade, acarretando não só uma grande erosão educacional na formação cidadã das pessoas, mas principalmente, ações cada vez mais desrespeitosas com o meio em que vivemos.

No entanto, refletindo mais sobre o problema, vejo que não devemos colocar toda culpa sobre as atitudes radicais tomadas pelos moradores de Tailândia afinal, como eles poderiam pensar em realizar ações economicamente viáveis, quando os mesmos percebem que têm sua mão de obra explorada todos os dias a troco de deploráveis salários e condições? Ou mesmo querermos que eles fossem socialmente justos e culturalmente aceitos, quando na verdade vivem marginalizados e destituídos do sentimento de integração social? No quesito, ambientalmente correto prefiro não dizer nada, mas sim propor um ponto reflexão, afinal, com todas estas condições anteriormente citadas, eu lhes pergunto se seria possível que os moradores locais pensassem em estratégias sustentáveis, a fim de manter a floresta em pé e dela pudessem retirar seu sustento?

Com toda essa situação, o povo perde e conseqüentemente todo o país também. Situação lastimável esta, ver a nossa mãe pátria deixando de ensinar seus filhos a enxergar perspectivas num futuro próximo e deles não esperar ações responsáveis que objetivem a sustentabilidade do planeta.

                                                                  Richardson B. G. da Silva

Deixe um comentário »

Engenheiro da Petrobras acusa a CIA e os EUA de ligação com o furto

Ações do documento

Engenheiro da Petrobras acusa a CIA e os EUA de ligação com o furto

por jpereiraÚltima modificação 19/02/2008 20:44

Para Fernando Siqueira, estadunidenses vivem cenário crítico de abastecimento de petróleo e teriam interesse em saber mais sobre a bacia de Santos

Para Fernando Siqueira, estadunidenses vivem cenário crítico de abastecimento de petróleo e teriam interesse em saber mais sobre a bacia de Santos

18/02/2008


Mário Augusto Jakobskind,

do Rio de Janeiro

 

 

Fernando Siqueira, diretor da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (Aepet), culpa a CIA (agência de inteligência dos Estados Unidos) e a empresa estadunidense Halliburton como os potenciais responsáveis pelo furto de dois notbooks, CDs e um disco rígido com informações estratégicas e ultra-confidenciais da Petrobras sobre as recentes descobertas de campos de petróleo e gás na Bacia de Santos, numa extensão de 800 quilômetros e 200 quilômetros de largura.

 

Siqueira justifica esta hipótese argumentando com a situação delicada dos Estados Unidos sobre o abastecimento de petróleo. O país é o maior consumidor do planeta e necessitam do consumo de 15 bilhões de barris por ano. Suas reservas somam apenas 28 bilhões. Segundo o engenheiro, a descoberta de uma província energética estimada em 80 bilhões de barris, que tornarão o Brasil um dos grandes da área petrolífera, certamente fez aumentar a cobiça estadunidense.

 

A transnacional Halliburton tem vínculos estreitos com o primeiro escalão da Casa Branca, como o vice-presidente Dick Cheney, e é uma das principais fornecedoras do Pentágono. Para Siqueira, este furto significa uma espécie de recebimento de mão beijada de informações privilegiadas que a Petrobras levou 30 anos para levantar. O prejuízo não foi maior porque a empresa petrolífera brasileira tinha cópia das informações.

 

A CIA ou a Halliburton, a empresa responsável pelo material furtado, acredita Siqueira, certamente cometeram um erro, pois ao trocarem os dados não tiveram tempo de repor o que tinham pego. Para os Estados Unidos, que hoje ocupam países com reservas petrolíferas valiosas, como o Iraque, ter acesso às riquezas energéticas nas bacias de Santos (Tupi e Júpiter) é uma questão de sobrevivência diante da antecipação do pico de consumo de petróleo para 2008, quando a previsão era de que isso ocorreria a partir de 2010, explica Siqueira. A ministra Dilma Roussef (Casa Civil) também acredita que tenha havido espionagem industrial.

 

Pesquisas de 30 anos

Segundo Fernando Siqueira, a Bacia de Santos, a área onde se encontra as bacias de Tupi e Júpiter foi formada quando da separação do continente africano da costa brasileira . Uma camada de sal de dois quilômetros de espessura e com profundidade de 5 a 7 quilômetros abaixo do nível do mar cobriu o campo de petróleo e gás correspondente aos 800 quilômetros da Bacia de Santos, protegendo assim a riqueza energética. O sal protetor, explica o engenheiro, evita que o petróleo e o gás se evapore. Com uma tecnologia ao alcance da Petrobrás, o Brasil terá acesso a estas riquezas.

 

As pesquisas empreendidas pela estatal brasileira fizeram possível tornar realidade o sonho de o Brasil se transformar em pouco tempo numa potência energética. Mas esta realidade, entende Fernando Siqueira, naturalmente desperta a cobiça de empresas transnacionais do setor petrolífero e dos serviços de inteligência.

 

Dúvidas na informática

Para especialistas do setor de informática é surpreendente o descaso da Petrobrás ou da empresa responsável pela segurança do material que continha as informações furtadas. Qualquer grupo de bem menor porte do que a estatal tem facilmente como evitar a ocorrência de incidentes como o roubo dos notebooks e dos discos rígidos. Um exemplo é a adoção de um sistema que requer a digital de técnicos autorizados para permitir a abertura de determinados arquivos.

 

Também gera questionamento o fato de a Petrobrás não ter criptografado os dados confidenciais contidos nos dois notebooks. É o caso de perguntar também como a Halliburton poderia aceitar fazer o transporte de computadores acessíveis a qualquer pessoa e mesmo notebooks simples sem nenhum tipo de proteção?

 

A Polícia Federal segue investigando o desaparecimento dos materiais com as informações. A principal linha da investigação é a de espionagem industrial, sendo que os agentes não excluem a possibilidade de que algum serviço secreto estrangeiro tenha feito o furto dos materiais da Petrobras.

BRASIL DE FATO

Comentários (1) »

O AQUECIMENTO GLOBAL E VOCÊ…

O Aquecimento Global não está mais longe como estava antigamente. Hoje, o que mais se vê nos meios de comunicação são os efeitos que o Aquecimento Global já está causando em nosso cotidiano.Para os menos informados, o efeito estufa um fenômeno que ocorre naturalmente há muitos anos, desde o início do planeta, que mantém as temperaturas em faixas onde se possa ocorrer a vida como conhecemos hoje. O problema principal é que o homem está intensificando esse processo através da emissão exagerada de gases que causam efeito estufa. Todo esse efeito já é provado pela ciência através da correlação direta entre o aumento da concentração de CO2 na atmosfera e o aumento da temperatura. Esse aumento de temperatura pode causar diversas mudanças em todos os ecossistemas do planeta, podendo causar perda de biodiversidade em alguns e colapso total em outros.

Porém, a idéia desse artigo não é disseminar o conhecimento sobre o Aquecimento Global, tão amplamente divulgado na TV, rádio e Internet, mas sim, induzir você, leitor, a fazer uma reflexão sobre o assunto e sobre seus hábitos.Quando você acordou hoje, qual foi uma das primeiras coisas que fez ou utilizou? Com certeza isso envolveu eletricidade, certo? Está aí a primeira questão que devemos pensar. As fontes de energia são as mais diversas possíveis, mas todas são adequadas para a situação ambiental que estamos enfrentando hoje? É claro que não. O Brasil tem a sua matriz energética baseada nas usinas hidrelétricas, que não polui e constitui-se uma energia limpa. No entanto, é importante pensar que a construção dessas usinas causa a devastação de grandes áreas que são inundadas, comprometendo ecossistemas inteiros e podendo causar uma certa emissão de CO2, proveniente da decomposição dos seres vivos (plantas e animais) que morreram no processo de inundação. Usinas termoelétricas originam energia através da queima de carvão e outros combustíveis, então, nem pensar. Quais seriam as soluções? Muitas evidências apontam para as usinas que captam energia solar e as transformam em energia elétrica, mas esse processo é muito caro e não suficientemente eficiente. Energia nuclear? Combustíveis renováveis como o álcool? São várias questões que você tem que refletir muito bem, pois logo isso será discutido e você terá que ficar em alguma posição. Acabou o tempo de ficar em cima do muro.

Os produtos que você compra no supermercado são certificados? Possuem um atestado de qualidade ambiental? A empresa que produz essa mercadoria tem metas de redução de emissões ou compra de créditos de carbono? Você não sabe? Se soubesse que uma empresa pouco se importa com o meio ambiente, compraria seus produtos? É hora do consumidor decidir o que comprar, e não das empresas decidirem o que o consumidor vai comprar.

O carro que você utiliza funciona com qual combustível? O motor e suas peças estão regulados para emitir a menor quantidade de poluentes possível?São muitas questões para se pensar e, como pode se ver, é  impossível reduzir suas emissões de CO2 a zero. No entanto, você pode neutralizar o que emite através do plantio de árvores, já pensou nisso?

O Aquecimento Global não está tão distante de você. Não existe motivo para esperar ações governamentais se você já pode agir localmente, através de suas próprias emissões. Reduza e neutralize suas emissões. Quem sabe assim, o futuro possa ser menos catastrófico que as previsões.

Pense nisso.

Danilo Scorzoni Ré
Grupo PET – Engenharia Florestal
17/06/2007

Comentários (1) »

Jornal Folha Viva

O Jornal Folha Viva é a publicação online do Grupo PET – Engenharia Florestal da Faculdade de Ciências Agronômicas – UNESP – Campus de Botucatu.

O PET – Programa de Educação Tutorial é um programa financiado pelo governo federal que procura, entre outros objetivos, proporcionar uma melhora na formação acadêmica e cidadã dos alunos integrantes do grupo.

O grupo desenvolve diversas atividades e uma delas é o Jornal Folha Viva, que agora passou a ser digital, para acesso de todas as pessoas pela Internet.

Os artigos aqui escritos são de inteira responsabilidade dos próprios alunos que o escreveram. Na sua totalidade, os artigos são escritos pelos próprios integrantes do grupo PET – Engenharia Florestal e pela sua tutora.

Esperamos que goste de nossos textos!

Até a próxima publicação!

Deixe um comentário »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.