Site – http://www.gilsonvolpato.com.br/

O Prof. Dr. Gilson Volpato, do Departamento de Fisiologia, do Instituto de Biociências, da UNESP, Campus de Botucatu,  ministra  o curso ‘Método Lógico para Redação Científica’. Este está disponível na forma de 42 vídeo aulas que podem ser baixadas em seu site! Podemos encontrar ainda, diversas dicas e discussões sobre o assunto. Vale a pena conferir!

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Em Agosto: II Simpósio sobre Sequestro de Carbono e Mudanças Climáticas

Dias 17, 18 e 19 de Agosto de 2010

LOCAL: Faculdade de Ciências Agronômicas – UNESP – Botucatu

O mercado de Carbono encontra-se atualmente em ascensão, tendo em vista o fato do aquecimento global, os danos ambientais e a necessidade de consciência da importância da questão que exige mudanças em muitos hábitos de consumo e comportamento.

Este tema não é contemplado no currículo normal dos cursos de graduação de Engenharia Florestal das Universidades Brasileiras, pois se trata de um assunto novo. A 15ª Conferência das partes sobre o clima (COP-15), tema que será abordado no evento, está relacionada com esse mercado e atuais discussões sobre as mudanças climáticas.

Sendo assim torna-se fundamental a promoção desse evento em virtude da relevância das ações sustentáveis no meio florestal. O simpósio visa promover discussões e levar conhecimento a estudantes, produtores e profissionais da área.

As inscrições para o Simpósio são realizadas on-line. O prazo para inscrições com desconto termina no dia 06 de Agosto de 2010. Após essa data os valores serão alterados.  Clique no Link abaixo para se inscrever:

http://www.jotform.com/form/1441347221

Tabela de valores para inscrição no Simpósio

Categoria até 06/08/2010 após 06/08/2010
Estudante de graduação R$ 30,00 R$ 40,00
Estudante de pós-graduação R$ 40,00 R$ 50,00
Profissionais R$ 50,00 R$ 60,00

A inscrição para o Simpósio sobre Sequestro de Carbono dá direito à pasta, caneta, bloco de anotações, crachá e coffee break.

Após preencher a ficha de inscrição, deve-se efetuar o depósito, no valor referido acima, na seguinte conta:

Banco Santander
Agência: 0039
Conta: 01-023342-5
Titulares: Magali Ribeiro da Silva / Carmen Regina Marcati

Após realizado o depósito, o comprovante pode ser enviado de três formas:

  • via e-mail para eventospet@fca.unesp.br
  • via fax, pelo número (14) 3811-7168
  • ou entregue pessoalmente na Secretaria do Departamento de Ciências Florestais da Faculdade de Ciências Agronômicas.

FAÇA SUA INSCRIÇÃO, VAGAS LIMITADAS!

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2,2 trilhões para quem já está de barriga cheia

2,2 trilhões para quem está de barriga cheia

Vou fazer um slideshow para você.

Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.
Quem sabe até já se acostumou com elas.
Começa com aquelas crianças famintas da África.
Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.
Aquelas com moscas nos olhos.
Os slides se sucedem.
Êxodos de populações inteiras.
Gente faminta.
Gente pobre.

Gente sem futuro.
Durante décadas, vimos essas imagens.
No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.
Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.
São imagens de miséria que comovem.
São imagens que criam plataformas de governo.
Criam ONGs.
Criam entidades.
Criam movimentos sociais.
A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em Bogotá sensibiliza.
Ano após ano, discutiu-se o que fazer.
Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se sucederam nas nações mais poderosas do planeta.
Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o problema da fome no mundo.
Resolver, capicce?
Extinguir.
Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em nenhum canto do planeta.
Não sei como calcularam este número.
Mas digamos que esteja subestimado.
Digamos que seja o dobro.
Ou o triplo.
Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.
Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.
Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse.
Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia.

 ..::..

Texto de Neto, publicado no blog Updaters.

Postado por Pitta

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::: Seleção de Novos Bolsistas do PET-Eng. Florestal :::

Olá pessoal, do 1º ano do curso de Eng Florestal, interessados em participar do processo Seletivo do PET – Engenharia Florestal, favor ler as instruções presentes no edital.

Clique no link abaixo para fazer o download do edital:
Edital de Seleção do PET Eng. Florestal

Se houver mais dúvidas, elas podem ser enviadas para eventospet@fca.unesp.br ou esclarecidas com os atuais membros do grupo PET-Florestal:
– Professora Magali no DCF
– Richardson (Jenipapo) 3º FLO
– Carla (Jagunça) 3º FLO
– André (K-toto) 3º FLO
– Leandro (Pinus) 4º FLO
– Rodolfo (Xperma) 4º FLO
– Maria Angélica (Goró) 4º FLO
– Rebeca (Amarilis) 2º FLO
– Kamila (Europa) 2º FLO
– Heloísa (Isa) 2º FLO

Alguns documentos auxiliares para saber mais sobre o programa podem ser consultados abaixo:
portaria3385_2005
pet_manual_basico
http://portal.mec.gov.br/sesu/index.php?option=content&task=view&id=657&Itemid=303

Obrigado,
Comissão de Seleção do Grupo PET-Eng. Florestal

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MMA apresenta ao Congresso proposta para Pagamento por Serviços Ambientais

O Ministério do Meio Ambiente finaliza um projeto de lei, que será encaminhado ao Congresso Nacional no segundo semestre, para instituir e regular o Pagamento por Serviços Ambientais. Ele vai conceituar o que são serviços ambientais e o que caracteriza a sua prestação, vai instituir uma política nacional para o pagamento dos serviços ambientais e criar um programa para a sua implementação que já prevê, entre outras iniciativas, incentivos financeiros aos responsáveis pela manutenção de áreas com cobertura de vegetação nativa acima do exigido pela lei em todos os biomas.

Os termos gerais do PL foram apresentados nesta quinta-feira (10) pela secretária-executiva Izabella Teixeira, pelo secretário da SDR Egon Krakhecke e pelo diretor-executivo do Serviço Florestal, Tasso Azevedo em seminário realizado pela Câmara dos Deputados. O projeto do MMA deve ser apensado a outras quatro propostas sobre o tema que tramitam na Casa e que serão relatadas pelo deputado Jorge Khoury (DEM-BA). Krakhecke explicou que, apesar da existência dos outros PLs, o projeto do MMA era indispensável já que só o Poder Executivo tem a prerrogativa de apresentar propostas que impliquem na criação de despesas. “Os projetos que já foram apresentados por parlamentares, como o do deputado Antônio Palocci, não podem pressupôr a aplicação de recursos orçamentários, o que cria uma limitação muito grande”, justificou o secretário.

O pagamento por serviços ambientais, segundo o projeto do MMA, poderá ser feito de forma direta ou indireta com financiamento do poder público ou do mercado. Na atual etapa de elaboração do projeto, os técnicos estão debruçados sobre a quantificação dos custos desses serviços e na identificação das fontes de financiamento.

Tasso Azevedo explicou que o MMA está considerando prestação por serviço ambiental a manutenção de cobertura vegetal nativa (floresta em pé) em áreas que excedem a reserva legal definida para o bioma e as APPs. Uma estimativa de custo inicial prevê o repasse inicial de R$ 100 milhões para proprietários dessas áreas, podendo chegar a R$ 4 bilhões quando o pagamento pelo serviço for universalizado.

Esses custos devem ser rateados entre os principais beneficiários: a sociedade brasileira como um todo pagará através do Orçamento da União, a comunidade internacional – que se beneficia com a fixação de carbono garantida pela cobertura florestal – contribuirá com doações ao Fundo da Amazônia e com pagamentos de crédito de carbono, os setores econômicos dependentes dos recursos naturais – como o agropecuário e o hidrelétrico – e os geradores de impactos ambientais que podem ser mitigados com a conservação da vegetação, como o petrolífero.

Fonte: Ministério do Meio Ambiente

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Artigo: Quatro “erres’ contra o consumismo.

            A fome é uma constante em todas as sociedades históricas. Hoje, entretanto, ela assume dimensões vergonhosas e simplesmente cruéis. Revela uma sociedade que perdeu a compaixão e a piedade. Erradicar a fome é um imperativo humanístico, ético, social e ambiental. Uma pré-condição mais imediata e possível de ser posta logo em prática é um novo padrão de consumo.

            A sociedade dominante é notoriamente consumista. Dá centralidade ao consumo privado, sem auto-limite, como objetivo da própria sociedade e da vida das pessoas. Consome não apenas o necessário, o que é justificável, mas o supérfluo, o que é questionável. Esse consumismo só é possível porque as políticas econômicas que produzem os bens supérfluos são continuamente alimentadas, apoiadas e justificadas. Grande parte da produção se destina a gerar o que, na realidade, não precisamos para viver decentemente. Como se trata do supérfluo, recorrem-se a mecanismos de propaganda, de marketing e de persuasão para induzir as pessoas a consumir e a fazê-las crer que o supérfluo é necessário e fonte secreta da felicidade.

            O fundamental para esse tipo de marketing é criar hábitos nos consumidores a tal ponto que se crie neles uma cultura consumista e a necessidade imperiosa de consumir. Mais e mais se suscitam necessidades artificiais e em função delas se monta a engrenagem da produção e da distribuição. As necessidades são ilimitadas, por estarem ancoradas no desejo que, por natureza, é ilimitado. Em razão disso, a produção tende a ser ilimitada. Surge então uma sociedade, já denunciada por Marx, marcada por fetiches, abarrotada de bens supérfluos, pontilhadas de shoppings, verdadeiros santuários do consumo, com altares cheios de ídolos milagreiros, mas ídolos, e, no termo, uma sociedade insatisfeita e vazia porque nada a sacia. Por isso, o consumo é crescente e nervoso, sem sabermos até quando a Terra finita aguentará essa exploração infinita de seus recursos.

            Não causa espanto o fato do presidente Bush conclamar a população para consumir mais e mais e assim salvar a economia em crise, lógico, às custas da sustentabilidade do planeta e de seus ecossistemas. Contra isso, cabe recordar as palavras de Robert Kennedy, em 18 de março de 1968: “Não encontraremos um ideal para a nação nem uma satisfação pessoal na mera acumulação e no mero consumo de bens materiais. O PIB não contempla a beleza de nossa poesia, nem a solidez dos valores familiares, não mede a nossa angústia, nem nossa a nossa coragem, nem a nossa compaixão, nem a nossa devoção à pátria. Mede tudo, menos aquilo que torna a vida verdadeiramente digna de ser vivida. Três meses depois foi assassinado. Para enfrentar o consumismo, urge sermos conscientemente anti-cultura vigente. Há que se incorporar na vida cotidiana os quatro “erres” principais: reduzir os objetos de consumo, reutilizar o que já temos usado, reciclar os produtos dando-lhes outro fim e finalmente, rejeitar o que é oferecido pelo marketing com fúria ou sutilmente para ser consumido.

            Sem este espírito de rebeldia conseqüente contra todo tipo de manipulação do desejo e com a vontade de seguir outros caminhos ditados pela moderação, pela justa medida e pelo consumo responsável e solidário, corremos o risco de cair nas insídias do consumismo, aumentando o número de famintos e empobrecendo o planeta já devastado.

 

*O autor, Leonardo Boff, é teólogo franciscano e professor emérito de ética da UERJ.

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Simpósio sobre Sustentabilidade das Plantações Florestais

 


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